Orbitados

27/06/2016 às 18:30 | Publicado em Desenhos | Deixe um comentário

Elenco de Beto Órbito, mas imagens aqui. Clique para ampliar:

Beto_Orbito_Personagens_Concept_Final




Justificado

28/03/2016 às 22:37 | Publicado em Desenhos | Deixe um comentário

Minha Liga da Justiça (Guy Gardner, The Atom, Big Barda, Shazam, Zatanna, Animal Man e Midnighter). Clique para ampliar:

The League

Tell me… do you bleed?

24/03/2016 às 15:50 | Publicado em Colunas | Deixe um comentário

Depois de três anos de espera, finalmente a DC Comics/Warner nos trouxe o confronto épico entre os mais icônicos super-heróis dos quadrinhos, Batman e Superman.

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Batman v. Superman: Dawn of Justice (Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, no Brasil) é um filme denso e polêmico, que irá dividir opiniões ao extremo. Antes de continuar essa resenha, esteja avisado, contém SPOILERS!

A trama apresenta o mundo reagindo as consequências de Man of Steel (resenha aqui) causadas pelo confronto direto entre Kal-El e General Zod. Ao longo desse período, ele tenta se redimir, ajudando a humanidade em situações de emergência, mas a isenção de qualquer responsabilidade política, cultural ou social nessas intervenções é bastante problemática. Esse é ponto principal da trama e é bastante discutido. O Homem-de-Aço é algo a ser corrigido, eliminado ou não deveria nem ter existido?

O enredo é dividido entre Bruce Wayne/Batman, Lex Luthor e Lois Lane. No começo é apresentado todos os danos materiais e psicológicos causados ao Bruce com a destruição de Metropolis, somados aos 20 anos de uma cansativa luta contra o crime, por assim dizer, bem solitária. O advento do surgimento de um “deus”, causa inveja e cobiça em Lex, motivando-o a conseguir todos os recursos necessários para difamá-lo. No meio disso tudo, temos a preocupação e determinação de Lois em manter a integridade do kryptoniano.

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Henry Cavill melhorou bastante como Superman em relação ao filme anterior, o grande problema é novamente focar em um herói com medo de se assumir como o tal. As melhores de suas intenções ainda são vistas como um problema sério e é bem claro que isso o incomoda. Não espero o Superman como protagonista, repetindo, ele é o fio condutor para os acontecimentos. Ao contrário da Lois, ele reage aos ocorridos. Clark Kent não é o repórter idiota das HQs, mas é bem claro sua inexperiência em campo. Seu grande renascimento é deixado para os momentos finais e podemos ver um pouco do super-herói conhecido dos quadrinhos. O topetinho até aparece, hehehe!

Ben Affleck está ótimo em seu papel. Um Batman bruto, exausto, experiente, cauteloso e proficiente. É a melhor versão do herói já apresentada nos cinemas. Lembra muito os jogos da franquia Batman: Arkham. Todas as suas cenas de ação são tudo aquilo que um fanboy espera. Uso de equipamento, furtividade, o medo instalado nos criminosos e até nas vítimas resgatadas. Finalmente, ele é tratado como uma força sobrenatural, quase uma lenda urbana.

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Jeremy Irons fez um competente Alfred. Sua parceria com o Bruce é bastante fluída e natural. Por sinal, o mordomo é o “apelo cômico” do filme, não espere grandes momentos de diversão e gargalhadas. É bem interessante ele já está acostumado com as imprudências de seu patrão e quase tirar sarro da situação.

Amy Adams manteve sua ótima interpretação de Lois Lane. Gostei muita da repórter investigando e descobrindo toda a conspiração armada pelo Luthor. Mesmo tendo muitas cenas de donzela em perigo, sua importância não é diminuída. Na verdade, isso é tratado como uma fraqueza do Superman, não dela. Ela vai atrás da ação, não espera as coisas acontecerem.

Jesse Eisenberg é um Lex Luthor jovem e exagerado. Apesar de seus trejeitos, me surpreendeu bastante sua frieza e planejamento calculista, capaz de tomar todas as medidas necessárias para atingir seus objetivos.

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Desagradou-me apenas seu plano final de usar o corpo do Zod com seu sangue para criar o Doomsday e “resolver” tudo. Se seus planos culminassem na vitória pelas suas próprias mãos, engrandeceria mais sua motivação e “genialidade”. Esperava o uso da tecnologia kryptoniana para construir sua clássica armadura de combate, seria muito mais pético ele se tornando um “homem-de-aço”.

Gal Gadot não compromete como Diana Prince/Mulher-Maravilha. A amazona rouba a cena no clímax com seus golpes precisamente mortais, ao mesmo tempo, graciosos. O Laço da Verdade é FODA! Estou muito ansioso pelo filme solo.

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O duelo entre o Batman e o Superman é intenso, forte, impactante. Quem é leitor irá vibrar. O famoso “preparo” do Cavaleiro das Trevas é apresentado organicamente. Achei ótimo o Batman conduzindo o Superman a suas armadilhas para poder usar a Kryptonita devidamente.

Finalmente, o fato da mãe de ambos se chamar Martha foi desenvolvido e serviu para estreitar o começo de um laço de amizade entre os heróis. A DC Comics deveria publicar uma graphic novel sobre isso.

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A Trindade reunida é épica, um espetáculo aos olhos. O maior erro foi usar o monstro Doomsday, o CGI não convenceu, achei bem artificial e exagerado. Seria muito melhor um “Super-Lex” do que esse Chefe Final de video-game. A ameaça só serviu para criar um impacto emocional diante de um sacrifício e motivar a cooperação dos demais. Resumindo, o Superman morre para que o Batman e a Mulher-Maravilha se unam e procurem mais meta-humanos para salvar o mundo futuramente de algo muito pior.

A direção de Zack Snyder é o que estamos acostumados a ver, um show visual com exageros repetitivos. Alguns vícios retornaram, infelizmente. O ritmo é bastante problemático e a trilha sonora não ajuda, a narrativa “força a amizade” com a boa vontade do público.

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Aquaman, Ciborgue e Flash aparecem rapidamente. Estou curioso pelo o que está por vir, principalmente a chegada do maior vilão da DC Comics, Darkseid. Aparece uma possível Caixa Materna na cena do Ciborgue, uma citação ao seu som pelo Lex, “ping, ping, ping…” e um sonho premonitório com o Flash avisando ao Batman do super-vilão. Desmentido alguns rumores, não há citações ao Comissário Gordon, Batgirl, Lanterna Verde ou explicação da suposta morte do Robin. Coringa e Charada quase foram usados, mas o diretor voltou atrás.

Não é um filme fácil de ser assistido, deve ser digerido com calma para não sair da mesa na última garfada. Começa devagar, para suceder em uma enxurrada de eventos. Não pisque ou irá perder algo importante. Torço para a Versão Estendida ter cenas extras como interlúdios e explique algumas eventos corridos.

Na minha opinião, esse Universo Cinematográfico está bem encaminhado. A pontas soltas são promissoras, vamos aguardar como isso irá se encaixar no primeiro filme da Liga da Justiça.

Não menos importante, não há cenas pós-créditos! Fique tranquilo.

Nota 8.

Justiça seja feita

20/01/2016 às 13:05 | Publicado em Blog | Deixe um comentário

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05/01/2016 às 17:34 | Publicado em Desenhos | Deixe um comentário

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